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Edifício da Alfândega | percurso interpretativo

Que antigas fundições do Porto contribuíram para a produção do ferro utilizado na Alfândega?
Que rio foi desviado aquando da construção do Edifício?
Que mistérios escondem as "furnas"?

Na visita, poderá conhecer um pouco mais da história deste representante do neoclássico na cidade do Porto, construído em meados do século XIX, para albergar os serviços aduaneiros.

O Edifício da Alfândega é um extenso e rico “território”, marcado física e simbolicamente por elementos que ilustram a sua história enquanto espaço aduaneiro, as suas rotinas diárias marcadas, não só pelos diferente “humores do Rio Douro” mas também pelas sucessivas transformações ao nível das relações comerciais entre Portugal e o Mundo, as suas profissões e relações com a comunidade de proximidade – Miragaia.



O espaço do Edifício é percorrido e interpretado através de vários prismas tendo em conta os níveis etários ou os interesses dos públicos.

Se para os mais novos e intrépidos aventureiros os segredos do edifício são relevados ao longo da “Caça ao Tesouro do Capitão Nortada”, para os mais jovens estabelecem-se conexões com a história, com a geografia da cidade ou com algumas das suas mais famosas lendas: “ Os Tripeiros” e “A Princesa Gaia”.

Para os menos jovens e para os especialistas realizam-se abordagens diversas que passam pela arquitetura do período da revolução industrial e da recuperação de edifícios históricos, pela engenharia de estruturas metálicas, pela engenharia mecânica ilustrada nos diferentes guindastes colocados ao longo do cais, pela história do transporte ferroviário ilustrada pelas estruturas do antigo Ramal Ferroviário da Alfândega (1888-1989), recuperados em 2011 com cofinanciamento do QREN-ON2.

Também o espaço anteriormente ocupado pela Tesouraria da Alfândega foi alvo de um projeto de musealização e requalificação que lhe permite ser agora integrada na visita interpretativa ao Edifício (funcionando simultaneamente como loja do Museu), ilustrando, através do seu mobiliário de repartição pública de meados do século XX e do espólio museológico integrado - relógios, placas de identificação de serviços aduaneiros, cofres, máquinas de escrever - o ambiente característico do local onde se encerrava o Despacho Aduaneiro através do pagamento das respetivas taxas (aberta ao público em 2009).



 
Fotografia © Luís Ferreira Alves
Fotografia © Luís Ferreira Alves
Fotografia © Luís Ferreira Alves
Fotografia © Luís Ferreira Alves
Fotografia © AMTC
Fotografia © AMTC
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